
Em busca pela igualdade de respeito o papel da mulher foi se posicionando como "busca na igualdade de sexo" o que gerou a competição "homem x mulher". Essa competição vai além do mercado de trabalho, ela se cristaliza no próprio lar.
Sabemos que a família é a nossa primeira "escola". O que temos aprendido e ensinado?
A rivalidade entre homem e mulher nos mostra que ele está cada vez com menos acolhimento, sem lugar, sem saber como se posicionar. E ela, a "super mulher" está acumulando funções: mãe, esposa, filha, amiga, profissional e em muitos casos, doméstica e cozinheira.
Vamos resumir!
Ao homem cabe a autoridade da criação - ele representa a lei na família.
À mulher cabe ser a ajudadora e depositária da vida.
A mulher não pode trabalhar? Tem que ficar só em casa?
Óbvio que não!
O importante é entender que quando o desejo da mulher se desvia do seu marido para outro destino (TRABALHO),pela incessante busca de reconhecimento e valorização, ela dá espaço ao vazio afetivo.
Então, ela acaba por buscar o amor de forma fantasiosa (geralmente de acordo com o padrão de novelas, filmes românticos), o que é compensado por:
CONSUMISMO (colocado no lugar do afeto),
DITADURA DA BELEZA (ideais inacessíveis) e
alguns transtornos:
ALIMENTARES (se ela tiver "problemas" com a mãe),
DOENÇAS FEMININAS (órgão sexuais),
PSÍQUICAS E COMPULSÕES (padrões repetitivos - dores do passado).
E ela insiste em buscar um companheiro que não existe (que só existe na cabeça dela, pois foi criado por ela mesma).
Muito FEMININO é falta de MASCULINO. A figura do PAI tem sido cada vez mais esvaziada na sua autoridade familiar. Quem mais ocupa, atualmente, o posto de "arrimo de família"? Jovens homens ou mulheres???
Quem "apresenta" o PAI ao filho é a MÃE. Se uma mulher se calar quanto a paternidade, o filho fica perdido por sua vida (buscando o pai).
Importante saber que:
Pai do DNA é uma funcionalidade biológica.
Pai que cria é uma função / cargo.
É a mulher que legitima a autoridade do marido. Logo, se a mesma vive reclamando pelos cantos que ele é isso ou aquilo, a criança reconhecerá o seu pai de acordo com o que a mãe fala. Ela a vê exatamente como a mãe o apresenta. Pare para pensar o quanto isso é sério? Ele é realmente tudo isso de horrível? Ser marido é ser pai? O filho deve vê-lo como pai e não como o marido da mãe.
Quanta responsabilidade em nossas mães / mãos! Ah, o silêncio...
E se você é uma mulher que costuma repetir: "Ninguém manda em mim", saiba que é por não ter aceitado a autoridade de seu pai. E agora rejeita a autoridade do marido. Acalme-se! Tem cura!
Quanto CAOS organizado desorganizando uma única verdade: VOCÊ É UMA LINDA MULHER E NÃO PRECISA PROVAR NADA À NINGUÉM!
Apenas deixe o seu feminino crescer, seu YIN e se equilibrar com o seu masculino, YANG.
Sejamos leves, simples e felizes!
Estou à disposição.